Coordinadores:
Castor M.M. Bartolomé Ruiz. Unisinos, Brasil.
José Antonio Zamora. Instituto de Filosofia del Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), España.
Douglas Ferreira Barros. PUC, Campinas, Brasil.
Contacto para envio de ponencias:
Castor M. Bartolomé Ruiz. e- mail: castorbartolome@terra.com.br
Resumen
La gobernabilidad “de” los sujetos y la democracia en las instituciones del siglo XXI alcanzaron un marco jurídico-formal relativamente consolidado. No obstante, ambas prácticas, gobernabilidad y democracia, mantienen, en muchos aspectos, un carácter más formal que real. Para ayudar a consolidar su implementación efectiva debemos considerar teorías de la justicia que, además de los procedimientos correctos, lleven en cuenta la injusticia histórica que condiciona el presente de personas y pueblos, así como las raízes históricas de la exclusión social. Ello apunta para la necesidad de elaborar teorías de la justicia que consideren la alteridad de las víctimas y que tengan por objetivo primero restaurar la injusticia y no preservar el orden. Ese esfuerzo demanda, concomitantemente, la elaboración un pensamiento crítico sobre la violencia institucional y estructural presente nas técnicas de administración y control de la vida humana y en los regímenes de excepción. Estos, con una larga y triste historia en nuestro continente, se presentan siempre como medios legitimos para casos de necesidad; aquellas, bajo el argumento racional de la eficiencia, transforman la capacidad decisoria de los sujetos en voluntades administradas. El nuevo discurso de los derechos humanos, para que pueda efectivarse como práctica y consiga huir del formalismo jurídico o de su utilización ideológica, deberá llevar en cuenta estas prespectivas filosóficas críticas.
martes, 23 de diciembre de 2008
Subseccion 5a. Direitos Humanos, Democracia e Inclusão Social
Coordinadores:
Fabio Alves Gomes de Oliveira. Universidade Federal do Rio de Janeiro
Jacqueline de Souza Gomes. Universidade Federal do Rio de Janeiro
Maria Clara Marques Dias. Universidade Federal do Rio de Janeiro
Contacto para envio de propostas:
Jacqueline de Souza Gomes. e-mail: ddi.ufrj@gmail.com
Resumen
Se a determinação do espaço para o qual reclamamos a igualdade ou dos bens que julgamos que devam ser igualmente distribuídos, envolve de certa forma também a determinação dos “concernidos”, podemos nos perguntar se não haveria alguma alternativa mais inclusiva, ou seja, algo que nos aproximasse mais daquilo que nossas convicções morais gostariam de chamar o mais geral/universal possível. Se nos basearmos na investigação empírica acerca do que consideramos básico para promover nossa vida privada e coletiva, precisaremos, então, de uma concepção mais flexível e abrangente, não apenas acerca dos bens básicos, como acerca de quem somos “todos”, ou seja, acerca dos concernidos pelo nosso conceito de democracia e justiça.
A alternativa parece ser abandonar o âmbito das descrições apriorísticas dos seres humanos e submeter nossas teorias a um permanente controle empírico. O que é básico precisa ser descoberto, não através de investigações filosóficas, mas através das experiências humanas como um todo. Isto inclui o que os filósofos têm a dizer, mas também o que você e eu temos a dizer enquanto pessoas comuns. Propomos aqui defender que nossas demandas morais básicas são por normas que permitam a cada pessoa um desenvolvimento mais completo, pleno, de suas capacidades. O espaço da igual consideração ou respeito, nesta perspectiva, pode ser dito o da liberdade para desenvolver suas capacidades ou, como Amartya Sen denomina, o da liberdade de funcionamentos (functionings). Aqui estão incluídas tanto as capacidades mais elementares, como a de se alimentar satisfatoriamente, evitar a morte prematura, como as mais complexas, como auto-respeito, a capacidade de estabelecer relações pessoais e a capacidade de tomar parte na vida sócio-política de uma sociedade.
Adotada uma tal perspectiva, já não podemos considerar mais como irrelevantes qualidades naturais tais como raça, sexo etc. Nossos concernidos já não são os seres humanos in abstractum ou agentes cobertos pelo véu da ignorância, mas seres humanos concretos que vivenciam as mais diversas formas de discriminação como fruto de suas inserções sociais e qualidades naturais. A justiça agora deve então assumir o papel de um princípio moral reparador que visa garantir a todos um igual valor normativo, não em decorrência de princípios formais, mas de uma concepção moral de bem compartilhada.
Se “atribuir a todos igual valor normativo” ou “considerar a todos igualmente”, significa reconhecer a liberdade de cada indivíduo desenvolver suas capacidades, então devemos levar as diferenças a sério e perguntar, nos diferentes contextos, que tipo de distribuição se faz necessária para que possamos alcançar este ideal moral. Porque não vivemos em um mundo ideal e não estamos no início da história precisamos complementar nosso conceito de justiça distributiva com o de uma justiça reparadora, ou seja, com mecanismos que possibilitem a reparação de injustiças cometidas no passado, injustiças que emergiram com a nossa cultura e que não podem mais ser toleradas.
Fabio Alves Gomes de Oliveira. Universidade Federal do Rio de Janeiro
Jacqueline de Souza Gomes. Universidade Federal do Rio de Janeiro
Maria Clara Marques Dias. Universidade Federal do Rio de Janeiro
Contacto para envio de propostas:
Jacqueline de Souza Gomes. e-mail: ddi.ufrj@gmail.com
Resumen
Se a determinação do espaço para o qual reclamamos a igualdade ou dos bens que julgamos que devam ser igualmente distribuídos, envolve de certa forma também a determinação dos “concernidos”, podemos nos perguntar se não haveria alguma alternativa mais inclusiva, ou seja, algo que nos aproximasse mais daquilo que nossas convicções morais gostariam de chamar o mais geral/universal possível. Se nos basearmos na investigação empírica acerca do que consideramos básico para promover nossa vida privada e coletiva, precisaremos, então, de uma concepção mais flexível e abrangente, não apenas acerca dos bens básicos, como acerca de quem somos “todos”, ou seja, acerca dos concernidos pelo nosso conceito de democracia e justiça.
A alternativa parece ser abandonar o âmbito das descrições apriorísticas dos seres humanos e submeter nossas teorias a um permanente controle empírico. O que é básico precisa ser descoberto, não através de investigações filosóficas, mas através das experiências humanas como um todo. Isto inclui o que os filósofos têm a dizer, mas também o que você e eu temos a dizer enquanto pessoas comuns. Propomos aqui defender que nossas demandas morais básicas são por normas que permitam a cada pessoa um desenvolvimento mais completo, pleno, de suas capacidades. O espaço da igual consideração ou respeito, nesta perspectiva, pode ser dito o da liberdade para desenvolver suas capacidades ou, como Amartya Sen denomina, o da liberdade de funcionamentos (functionings). Aqui estão incluídas tanto as capacidades mais elementares, como a de se alimentar satisfatoriamente, evitar a morte prematura, como as mais complexas, como auto-respeito, a capacidade de estabelecer relações pessoais e a capacidade de tomar parte na vida sócio-política de uma sociedade.
Adotada uma tal perspectiva, já não podemos considerar mais como irrelevantes qualidades naturais tais como raça, sexo etc. Nossos concernidos já não são os seres humanos in abstractum ou agentes cobertos pelo véu da ignorância, mas seres humanos concretos que vivenciam as mais diversas formas de discriminação como fruto de suas inserções sociais e qualidades naturais. A justiça agora deve então assumir o papel de um princípio moral reparador que visa garantir a todos um igual valor normativo, não em decorrência de princípios formais, mas de uma concepção moral de bem compartilhada.
Se “atribuir a todos igual valor normativo” ou “considerar a todos igualmente”, significa reconhecer a liberdade de cada indivíduo desenvolver suas capacidades, então devemos levar as diferenças a sério e perguntar, nos diferentes contextos, que tipo de distribuição se faz necessária para que possamos alcançar este ideal moral. Porque não vivemos em um mundo ideal e não estamos no início da história precisamos complementar nosso conceito de justiça distributiva com o de uma justiça reparadora, ou seja, com mecanismos que possibilitem a reparação de injustiças cometidas no passado, injustiças que emergiram com a nossa cultura e que não podem mais ser toleradas.
Sección 6 Sociedad civil y participación política.
Coordinadores:
Dr. Sergio Ortiz Leroux, Universidad Autónoma de la Ciudad de México.
Dra. María Isabel Wences Simon, Universidad Carlos III de Madrid.
Contacto para envío de ponencias: ortizleroux@hotmail.com
Resumen
Es un lugar común en los discursos de las democracias avanzadas insistir en la importancia del concepto de participación política como núcleo central de la configuración, funcionamiento y conceptualización de dichas formas políticas. En el plano teórico, las probablemente más potentes teorías de la democracia han acentuado esta dimensión participativa como núcleo definitorio de los ideales regulativos de la democracia contemporánea y los han configurado como el instrumento de crítica por excelencia de las tendencias elitistas, economicistas y autocráticas que dicho sistema comporta como riesgos más innegables y delicados.
En este contexto, se propone introducir una perspectiva de análisis que se centra en el concepto de sociedad civil entendida como el espacio de agencia política configurador del núcleo de la participación ciudadana en los sistemas democráticos. Esta perspectiva, permite integrar el análisis de la forma política con la dimensión central de interactuación social que ni se circunscribe al limitado el ejercicio de la razón pública, ni a la mera búsqueda del interés particular. El estudio de las formas, procedimientos y espacios de participación de la sociedad civil en el proceso democrático se considera como una clave heurística desde la que articular el análisis de distintas esferas participativas que son seleccionadas como fundamentales. Estas esferas serían la promoción de una cultura de la legalidad que vaya más allá de una análisis formalista del estado de derecho; la profundización en el buen gobierno mediante el enriquecimiento del capital social y la generación de confianza; el establecimiento de mecanismos de corresponsabilidad tendentes a reforzar los procesos distributivos de la riqueza y de consecución de niveles avanzados de justicia social; la diversificación de las fórmulas de representación ciudadana como procesos de configuración de múltiples niveles de acción cívica y, en definitiva, la instauración de sistemas de evaluación de la legitimación política.
Dr. Sergio Ortiz Leroux, Universidad Autónoma de la Ciudad de México.
Dra. María Isabel Wences Simon, Universidad Carlos III de Madrid.
Contacto para envío de ponencias: ortizleroux@hotmail.com
Resumen
Es un lugar común en los discursos de las democracias avanzadas insistir en la importancia del concepto de participación política como núcleo central de la configuración, funcionamiento y conceptualización de dichas formas políticas. En el plano teórico, las probablemente más potentes teorías de la democracia han acentuado esta dimensión participativa como núcleo definitorio de los ideales regulativos de la democracia contemporánea y los han configurado como el instrumento de crítica por excelencia de las tendencias elitistas, economicistas y autocráticas que dicho sistema comporta como riesgos más innegables y delicados.
En este contexto, se propone introducir una perspectiva de análisis que se centra en el concepto de sociedad civil entendida como el espacio de agencia política configurador del núcleo de la participación ciudadana en los sistemas democráticos. Esta perspectiva, permite integrar el análisis de la forma política con la dimensión central de interactuación social que ni se circunscribe al limitado el ejercicio de la razón pública, ni a la mera búsqueda del interés particular. El estudio de las formas, procedimientos y espacios de participación de la sociedad civil en el proceso democrático se considera como una clave heurística desde la que articular el análisis de distintas esferas participativas que son seleccionadas como fundamentales. Estas esferas serían la promoción de una cultura de la legalidad que vaya más allá de una análisis formalista del estado de derecho; la profundización en el buen gobierno mediante el enriquecimiento del capital social y la generación de confianza; el establecimiento de mecanismos de corresponsabilidad tendentes a reforzar los procesos distributivos de la riqueza y de consecución de niveles avanzados de justicia social; la diversificación de las fórmulas de representación ciudadana como procesos de configuración de múltiples niveles de acción cívica y, en definitiva, la instauración de sistemas de evaluación de la legitimación política.
Subsección 6 a El Estado de Derecho en Iberoamérica: resultados y perspectivas.
Coordinadores
Juan Antonio Pabón Arrieta. Universidad Libre de Colombia.
Jose Tudela Aranda. Fundación Gimemez Abad. Universidad de Zaragoza.
Contacto para envio de ponencias:
Juan A. Pabón. e- mail: juanpabon20@yahoo.es
Resumen
Desde la llegada de los españoles, portugueses e ingleses y otros pueblos europeos a tierras americanas se produjo un encuentro cultural y político, encuentro no pacífico entre europeos y aborígenes con sus respectivas culturas e ideologías, que coincidió con el surgimiento de corrientes de pensamiento que abogaron por la creación de una nueva forma de organización estatal, el Estado de Derecho.
Más de dos siglos del nacimiento del Estado de Derecho y su consolidación e intento de transmutación en Estado Social de Derecho en tierras de Iberoamérica, constituye una buena oportunidad para reflexionar acerca de la contribución de esta forma de organización estatal en la garantía de las libertades individuales, de los derechos humanos reconocidos algunos de ellos, como derechos constitucionales fundamentales y de la paz interior y exterior de las naciones iberoamericanas.
Asimismo, es una buena oportunidad para reflexionar acerca de los resultados y perspectivas de institucionales propias del Estado de Derecho en Iberoamérica, tales, como la Democracia y sus evoluciones en el territorio Iberoamericano, el Presidencialismo, el Parlamentarismo, el Centralismo, el Federalismo, la Pluralidad, en fin, compartir las experiencias políticas y reflexionar sobre ellas, para extraer balances y presentar alternativas teóricas de corrección.
La temática nos parece apropiada, luego de experimentar en carne propia las experiencias de colonizaciones, independencias, las dos guerras mundiales con sus nefastas consecuencias, de padecer fenómenos políticos, como el totalitarismo en todas sus facetas, de sufrir las violaciones de los derechos humanos de miles de personas con ejecuciones extrajudiciales, desapariciones forzosas, torturas, persecuciones políticas y sociales, las injusticias pasadas y presentes y de su necesidad de ser satisfechas y restauradas.
Juan Antonio Pabón Arrieta. Universidad Libre de Colombia.
Jose Tudela Aranda. Fundación Gimemez Abad. Universidad de Zaragoza.
Contacto para envio de ponencias:
Juan A. Pabón. e- mail: juanpabon20@yahoo.es
Resumen
Desde la llegada de los españoles, portugueses e ingleses y otros pueblos europeos a tierras americanas se produjo un encuentro cultural y político, encuentro no pacífico entre europeos y aborígenes con sus respectivas culturas e ideologías, que coincidió con el surgimiento de corrientes de pensamiento que abogaron por la creación de una nueva forma de organización estatal, el Estado de Derecho.
Más de dos siglos del nacimiento del Estado de Derecho y su consolidación e intento de transmutación en Estado Social de Derecho en tierras de Iberoamérica, constituye una buena oportunidad para reflexionar acerca de la contribución de esta forma de organización estatal en la garantía de las libertades individuales, de los derechos humanos reconocidos algunos de ellos, como derechos constitucionales fundamentales y de la paz interior y exterior de las naciones iberoamericanas.
Asimismo, es una buena oportunidad para reflexionar acerca de los resultados y perspectivas de institucionales propias del Estado de Derecho en Iberoamérica, tales, como la Democracia y sus evoluciones en el territorio Iberoamericano, el Presidencialismo, el Parlamentarismo, el Centralismo, el Federalismo, la Pluralidad, en fin, compartir las experiencias políticas y reflexionar sobre ellas, para extraer balances y presentar alternativas teóricas de corrección.
La temática nos parece apropiada, luego de experimentar en carne propia las experiencias de colonizaciones, independencias, las dos guerras mundiales con sus nefastas consecuencias, de padecer fenómenos políticos, como el totalitarismo en todas sus facetas, de sufrir las violaciones de los derechos humanos de miles de personas con ejecuciones extrajudiciales, desapariciones forzosas, torturas, persecuciones políticas y sociales, las injusticias pasadas y presentes y de su necesidad de ser satisfechas y restauradas.
Sección 7 La modernidad iberoamericana como problema: una perspectiva cultural, política e histórica
Coordinadores:
Francisco Colom González. Consejo Superior de Investigaciones Científicas, Centro de Ciencias Humanas y Sociales. Madrid, España
Peter A. Kraus. Universidad de Helsinki, Centre for Research on Ethnic Relations and Nationalism. Finlandia.
Tomás Pérez Vejo. Escuela Nacional de Antropología e Historia, México
Contacto para envío de ponencias:
Francisco Colom. e- mail: f.colom@cchs.csic.es
Resumen
Durante largo tiempo la modernidad se ha entendido como un proceso unitario y acumulativo irradiado desde Europa al resto del globo. La subjetividad moderna respondería a un tipo de estructura mental autorreferida capaz de interpretar el mundo desde instancias autónomas. Los gérmenes de este programa cultural se desarrollaron con la Reforma protestante, el nacimiento de las ciencias empírico-formales y los inicios del capitalismo mercantil. Por ello se ha denunciado a veces que los cambios sociales, culturales y políticos normalmente asociados con la modernidad habrían estado ausentes del ámbito ibérico o, a lo sumo, fueron recibidos en él como una derivación secundaria y tardía. Según la versión más negativa, la modernidad iberoamericana habría sido en realidad una contramodernidad cuyos efectos retrógrados se manifestaron como decadencia económica, oscurantismo religioso, retraso científico e incapacidad política. Pero también podemos reconocer un diagnóstico diametralmente opuesto: el de los defensores de una cultura supuestamente ecuménica, espiritualista y épica de raíz ibérica que reafirmaría su superioridad moral frente al materialismo decadente de la modernidad del norte.
Ninguna de estas perspectivas resulta plausible en la actualidad para definir una noción que ha perdido sus connotaciones teleológicas y deterministas. La modernidad no es la etapa final de un proceso gradual y cronológicamente ordenado. Tampoco su desarrollo se puede describir sin más como una crónica feliz e irreversible o como una dialéctica negativa que aherroja la libertad y la dignidad humanas. En realidad no hay una modernidad canónica sino múltiples modernidades. La modernidad es fundamentalmente una forma de mirar el mundo, un tipo de conciencia cultural y política capaz de percibir los cambios sociales, de reaccionar frente a ellos y de impulsar cursos de acción corregibles. Alude, pues, a procesos conscientes de transformación social cuyas tendencias pueden ser divergentes e incluso contradictorias. Por ello, movimientos de la modernidad fueron el Renacimiento, la Reforma protestante, la Revolución Científica o la Ilustración, pero también el encuentro con el otro más allá del océano y el sincretismo cultural forjado a raíz del mismo.
En correspondencia con esta perspectiva, esta Sección invita a presentar ponencias que interpreten los procesos culturales, políticos e históricos que han definido la modernidad iberoamericana. Con este propósito, la Sección se organizará en tres apartados:
El primer apartado incorporará ponencias que traten de identificar los rasgos culturales de la modernidad iberoamericana desde una perspectiva genealógico-intelectual y/o comparada.
El segundo apartado tratará las dinámicas moderno/antimoderno en los procesos de construcción nacional desde la independencia colonial y a lo largo de los conflictos para la consolidación del Estado constitucional en el siglo XIX.
El tercer apartado recibirá trabajos sobre los procesos de formación y movilización de las identidades políticas definitorias de la modernidad en el espacio iberoamericano; interesan especialmente los aspectos políticos/ideológicos de la gestión de la etnicidad y las perspectivas comparadas con otros entornos geopolíticos.
Francisco Colom González. Consejo Superior de Investigaciones Científicas, Centro de Ciencias Humanas y Sociales. Madrid, España
Peter A. Kraus. Universidad de Helsinki, Centre for Research on Ethnic Relations and Nationalism. Finlandia.
Tomás Pérez Vejo. Escuela Nacional de Antropología e Historia, México
Contacto para envío de ponencias:
Francisco Colom. e- mail: f.colom@cchs.csic.es
Resumen
Durante largo tiempo la modernidad se ha entendido como un proceso unitario y acumulativo irradiado desde Europa al resto del globo. La subjetividad moderna respondería a un tipo de estructura mental autorreferida capaz de interpretar el mundo desde instancias autónomas. Los gérmenes de este programa cultural se desarrollaron con la Reforma protestante, el nacimiento de las ciencias empírico-formales y los inicios del capitalismo mercantil. Por ello se ha denunciado a veces que los cambios sociales, culturales y políticos normalmente asociados con la modernidad habrían estado ausentes del ámbito ibérico o, a lo sumo, fueron recibidos en él como una derivación secundaria y tardía. Según la versión más negativa, la modernidad iberoamericana habría sido en realidad una contramodernidad cuyos efectos retrógrados se manifestaron como decadencia económica, oscurantismo religioso, retraso científico e incapacidad política. Pero también podemos reconocer un diagnóstico diametralmente opuesto: el de los defensores de una cultura supuestamente ecuménica, espiritualista y épica de raíz ibérica que reafirmaría su superioridad moral frente al materialismo decadente de la modernidad del norte.
Ninguna de estas perspectivas resulta plausible en la actualidad para definir una noción que ha perdido sus connotaciones teleológicas y deterministas. La modernidad no es la etapa final de un proceso gradual y cronológicamente ordenado. Tampoco su desarrollo se puede describir sin más como una crónica feliz e irreversible o como una dialéctica negativa que aherroja la libertad y la dignidad humanas. En realidad no hay una modernidad canónica sino múltiples modernidades. La modernidad es fundamentalmente una forma de mirar el mundo, un tipo de conciencia cultural y política capaz de percibir los cambios sociales, de reaccionar frente a ellos y de impulsar cursos de acción corregibles. Alude, pues, a procesos conscientes de transformación social cuyas tendencias pueden ser divergentes e incluso contradictorias. Por ello, movimientos de la modernidad fueron el Renacimiento, la Reforma protestante, la Revolución Científica o la Ilustración, pero también el encuentro con el otro más allá del océano y el sincretismo cultural forjado a raíz del mismo.
En correspondencia con esta perspectiva, esta Sección invita a presentar ponencias que interpreten los procesos culturales, políticos e históricos que han definido la modernidad iberoamericana. Con este propósito, la Sección se organizará en tres apartados:
El primer apartado incorporará ponencias que traten de identificar los rasgos culturales de la modernidad iberoamericana desde una perspectiva genealógico-intelectual y/o comparada.
El segundo apartado tratará las dinámicas moderno/antimoderno en los procesos de construcción nacional desde la independencia colonial y a lo largo de los conflictos para la consolidación del Estado constitucional en el siglo XIX.
El tercer apartado recibirá trabajos sobre los procesos de formación y movilización de las identidades políticas definitorias de la modernidad en el espacio iberoamericano; interesan especialmente los aspectos políticos/ideológicos de la gestión de la etnicidad y las perspectivas comparadas con otros entornos geopolíticos.
Subsección 7 a Democracia, comunidad e instituciones desde las perspectivas de la ética ambiental
Coordinadores:
Ricardo Rozzi. University of North Texas, EEUU – Universidad de Magallanes, Chile
María Teresa La Valle – Universidad de Buenos Aires – Universidad Nacional de Tres de Febrero.
Contacto para envío de ponencias
Maria Teresa La Valle. e- mail: mariateresalavalle@gmail.com
Resumen
La multiplicidad de significados del título elegido para la convocatoria de este simposio se refleja también en la variedad de sentidos desde los cuales abordar los últimos doscientos años de Ibero América desde las diversas perspectivas de la filosofía y la ética ambiental.
La naturaleza de Ibero América --caracterizada por el discurso colonialista como “recursos naturales”-- desde hace cinco siglos, en el presente, y en el período intermedio han sido objeto de todo tipo de tratamiento, uso y abuso.
En vista de que cualquier acción y/u omisión en relación con estos “recursos naturales” afecta a todos –en el presente y también en el futuro- es necesario procurar que la información relevante esté disponible para la ciudadanía y propiciar los medios para promover su participación en las deliberaciones y decisiones que afecten al ambiente.
La educación ciudadana –formal e informal- resulta crucial para asegurar tal participación. En Ibero América, para que esta información sea representativa, debe prestar especial atención a la diversidad lingüística, cultural y étnica en su multiplicidad de cosmovisiones y prácticas ecológicas.
Comunidades locales y regionales, organizaciones no gubernamentales y fundaciones desempeñan un papel cada vez más activo en la conscientización y reacción ante políticas que inciden sobre los recursos naturales de su localidad o región y afectan la autonomía y el plan de vida de los ciudadanos.
Ricardo Rozzi. University of North Texas, EEUU – Universidad de Magallanes, Chile
María Teresa La Valle – Universidad de Buenos Aires – Universidad Nacional de Tres de Febrero.
Contacto para envío de ponencias
Maria Teresa La Valle. e- mail: mariateresalavalle@gmail.com
Resumen
La multiplicidad de significados del título elegido para la convocatoria de este simposio se refleja también en la variedad de sentidos desde los cuales abordar los últimos doscientos años de Ibero América desde las diversas perspectivas de la filosofía y la ética ambiental.
La naturaleza de Ibero América --caracterizada por el discurso colonialista como “recursos naturales”-- desde hace cinco siglos, en el presente, y en el período intermedio han sido objeto de todo tipo de tratamiento, uso y abuso.
En vista de que cualquier acción y/u omisión en relación con estos “recursos naturales” afecta a todos –en el presente y también en el futuro- es necesario procurar que la información relevante esté disponible para la ciudadanía y propiciar los medios para promover su participación en las deliberaciones y decisiones que afecten al ambiente.
La educación ciudadana –formal e informal- resulta crucial para asegurar tal participación. En Ibero América, para que esta información sea representativa, debe prestar especial atención a la diversidad lingüística, cultural y étnica en su multiplicidad de cosmovisiones y prácticas ecológicas.
Comunidades locales y regionales, organizaciones no gubernamentales y fundaciones desempeñan un papel cada vez más activo en la conscientización y reacción ante políticas que inciden sobre los recursos naturales de su localidad o región y afectan la autonomía y el plan de vida de los ciudadanos.
domingo, 9 de noviembre de 2008
PRÓRROGA PARA PRESENTACION DE PROPUESTAS DE MESAS TEMATICAS
El Comité de organización del XI Simposio Iberoamericano de Filosofía Política informa que la nueva fecha límite para la presentación de Mesas Temáticas es el 21 de Noviembre de 2008. Las propuestas deben ser enviadas a la dirección xisimposioaifp@yahoo.com. Del mismo modo, la publicación de las mesas seleccionadas se prorrogará hasta el 19 de diciembre.
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